Invictus

Esse post foi originalmente publicado no meu antigo blog sobre língua de sinais, e como decidi encerrá-lo, resolvi importar os textos para cá.

Este é um poema que gosto muito e me inspira muito também.

Do fundo desta noite que persiste 
A me envolver em breu – eterno e espesso,
A qualquer deus – se algum acaso existe,
Por mi’alma insubjugável agradeço.
 
 
Nas garras do destino e seus estragos,
Sob os golpes que o acaso atira e acerta,
Nunca me lamentei – e ainda trago
Minha cabeça – embora em sangue – ereta.
 
 
Além deste oceano de lamúria,
Somente o Horror das trevas se divisa; 
Porém o tempo, a consumir-se em fúria,
Não me amedronta, nem me martiriza.
 
 
Por ser estreita a senda – eu não declino,
Nem por pesada a mão que o mundo espalma;
Eu sou dono e senhor de meu destino;
Eu sou o comandante de minha alma.
William E. Henley

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